20 de agosto de 2014
29 de julho de 2014
11 de abril de 2014
4 de abril de 2014
ATENÇÃO, PESSOAL!
Agora estamos também no face!
Olha que legal.
Sem crise, é só curtir e compartilhar as loucuras diárias da poetinha aqui.
Espero que gostem.
beijão,
Amne
Seja um Molambento você também. Com vocês:
"Molambos e Reticências:"
https://www.facebook.com/AmnePoeta
espero vocês por lá! ;)
Olha que legal.
Sem crise, é só curtir e compartilhar as loucuras diárias da poetinha aqui.
Espero que gostem.
beijão,
Amne
Seja um Molambento você também. Com vocês:
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espero vocês por lá! ;)
30 de março de 2014
29 de março de 2014
Até mesmo Deus, duvida...
Essa é uma troca de palavras simples
sem rimas e sem quinas
(ando cansada de tropeçar)
Cansei também do som ensurdecedor da surpresa,
que jamais se fez.
Talvez um pouco mais de rítmicas vitoriosas
do silêncio, talvez...
e minhas gargalhadas feitas do inesperado.
Feito criança abrindo um presente.
Ganhando algodão doce
ou até, e quem é que sabe,
definindo a espessura do pêlo de um gato
Porque ontem olhei na segunda gaveta
e acabou toda a cola branca de colar coração,
nos confins consagrados dos remendos
puídos pelo tempo.
Subjugando quem eu seria
Não fosse tanta costura e cola e vida...
Talvez um dia,
alguém surpreenda-me,
salvando eu mesma
salvando eu mesma
de minha má influência!
Por hora, deixem-me todos em paz.
Amne
28 de março de 2014
É o que tem para hoje!
"Um único olhar como
aqueles destinados à
Sweet Lorraine ... Desses que jamais senti. (rei)
Talvez eu passe a vida esperando ser amada assim.
Talvez a morte.
Talvez a eternidade.
Esperar fragmentos de amor é petrificante.
É como se fizéssemos o exercício de viver, só que ao contrário...
Preenchendo até as nuvens de vazio,
Dias e Noites de espera parada e solitariazinha.
Dentro de mim
...no infinitozinho da minha vida
guardo tanto cacareco
que a alma não fecha.
E sigo de cá,
sonhando com cafunés espontâneos..."
Amne
Sobre Sweet Lorraine:
https://www.youtube.com/watch?v=04WvMQmBZM8
26 de fevereiro de 2014
3 de dezembro de 2013
Somos águias vivendo como galinhas.
( Entre Parênteses )
Uma das coisas que eu mais gosto na minha vida é
deitar para ouvir o vento, então eu fecho os olhos e sinto. O vento diz muito,
ele me acalma. O vento me prepara para essas coisas esbrumelengas que eu tenho
em mim, enquanto junto quebra cabeças no meu peito.
E lá se foi mais um ano em minha vida...
Um ano “ganhado”. Ganhei coisas importantes: foram
pitadas de noites, problemas imensos e alguns domingos, fatias de marmelada e
plantas rebrotando aqui no apartamento. Senti muitas dores no pé e nas costas,
contando minutos com contas gotas. Tendo que lidar com desafios e escolhas a
todo o tempo.
Brinquei de bolinhas de gude e o menino aprendeu
profundezas sobre a arte da subtração. Percebi o quanto somos mortais e que
jamais nos preparam para isso. Envelhecer é mesmo gravitacional, em cada ação.
Tive eternidades de tristezas, e mais meia tonelada
de alegrias. Inconformada com sábados voadores e segundas num andar de caracol.
Foram tantos acontecimentos com peculiaridades de insetos. Passaram- se meses
no calendário, mais uma vez.
Foi-se mais um ano inteirinho em minha vida! Hoje,
lavei o rosto com essa constatação às cinco horas da manhã, enquanto o sol se
preparava para dar as caras.
Rezei menos nessa temporada, mas creio que hoje,
tenho mais consciência dos meus erros diários. Ando preguiçosamente melhorando
meu lado bom. Isso dá um trabalho danado. Embora eu tenha vibrado mais com a
minha essência, me orgulhando disso, dessa pequenitude de que sou feita. O
universo tem sido muito razoável para mim.
E por isso agradeço, cada vez mais aberta e
tolerante , as vezes ainda erro, mas sigo tentando... Andei abrindo algumas
frestas do meu interior. Como diz uma amiga ao definir-me: Ora Pagú ora Amelie
ora Joana Dark, ando sendo mulher muito inteira. Amistosa com meus defeitos.
A experiência de viver é um presente. Mesmo quando
procuramos vaga para estacionar, derretendo nesses dias tão quentes, ou quando
paramos e contamos as últimas moedas.
E o mais bacana é que não envelheci, apenas cresci
esse ano. Envelhecer me parece pacato demais, derradeiro. E a bem da verdade, é
que envelhecer é ter tempo para evoluir, com delicadeza e curiosidade. O
movimento positivo da inteligência interna.
Voltei a andar de bicicleta e mostrei coisas
importantes para meu filho. Esse ano ele aprendeu a lavar seu tênis e agora vai
a padaria sozinho, e volta cantarolando entre um naco e outro de pão.
Passei dias pensando sobre a liberdade assumida por
mim. Após tamanha deliberação percebi do que é a minha essência, meu recheio
todo. Não sinto muros em mim. Não encontro fronteiras nem margem em meus
paradigmas. Ando muito profunda. Rs. Isso também é bem cansativo.
Esse ano que passou cansei de me preocupar com ao
alimentos menos indicados e cancerígenos, pois se depender dos especialistas,
paramos de comer arroz e vivemos de fotossíntese. Ter dúvidas é bom.
Gosto cada vez mais da minha simplicidade com seu
cheiro de chuva, picolé de limão, sorriso sentada no chão, pés descalços, colhendo
acerola para comer a tarde. Cara limpa, com força e olhares apurados.
Equilibrando-me no inesperado eu sigo. Pois as
coisas são como são. E quando eu não concordo com elas eu grito. Afinal, o que
possuo de mais certo é esse meu sentir, e sentir é vida.
E desejar a vida é mesmo uma dádiva!
É pique é pique é pique.
Ra Tim Bum!
Parabéns para mim.
Amne
19-11-2013
21 de setembro de 2013
Tempestades barulhentas
Feixes de luz
Escrever é a desconstrução da alma, quando os significados
transbordam dentro de nós. Acontece lentamente, a somatização do infinito. O
desequilíbrio da racionalidade cotidiana.
É a expressividade, por vezes nula, de uma criatura exaurida
de vida... ou quem sabe?! Com fome e sede das tempestades de flores embriagadas
de cor.
Onde o branco brilha palavras em construção...
Amne
28 de agosto de 2013
Seca
...Alguém pode me comover?
Porque o meu cérebro parou.
Surpreender-me-ia, não fosse tanta
ferrugem...
Amne
4 de agosto de 2013
Just one breath
Saudades do que sonhei.
O meu seu ideal
o tempo para cada coisa
A vida surpresa do amanhecer
Coisas que mudei em recheios alheios
andam me fazendo falta, e por aqui...
Tranquei meu baú...
Perdi as chaves e ferramentas
Vesti meus velhos pares de tênis
acalentando os despotados da lembrança.
... todos nós demoramos demais para compreender...
Amne
20 de julho de 2013
Sempre
Hoje me dei conta que a graça de viver
é se deparar com o amparo sublime de quem
realmente nos quer bem.
Sempre é você que me recolhe nos braços.
Sempre será?
Amne
é se deparar com o amparo sublime de quem
realmente nos quer bem.
Sempre é você que me recolhe nos braços.
Sempre será?
Amne
18 de julho de 2013
3 de julho de 2013
Enfim, sós!
um nada imenso
com aquela transparência cristalina ...
Estupidez de quem se entrega demais
Confia, e se estraga na amargura da solidão
É, é mesmo tudo uma grande tolice da minha parte
Uma grande tolice.
Foi o tempo que passou
e eu ali, o nada em formato de estátua
esperando um amor que nunca veio...
Enfim, sós!
Amne
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