3 de novembro de 2009

É...


Pra quem me gosta
eu diria que eu mudei
Pra quem não gosta
eu diria que aumentei
Pra quem me vê
eu diria que as vezes... a vida estanca!
Pra quem não me escuta
eu diria "sábia decisão",
e tola também
porque ainda tenho meus encantos...

Pra quem me lê
guardo as minhas mais dolorosas tristezas, doçuras e orações
Pra quem não me entende
uma gota de sangue, uma falta de métrica, e minha risada boba de criança

Pra quem tem medo
meu afago mais profundo
Pra quem não tem
fé em manter-se bem

Queria dizer tanta coisa...
mas já passou,
tem um copo de leite me olhando
tem uma vontade grande de chorar
e uma solidão tão minha.

Por favor, pra quem ainda me olha...
Me ame!
Nada substitui o amor.

Amne

3 comentários:

João disse...

Vai ficar para trás
na primeira curva
Um saco de sonhos e ilusões trazidas
De tempo distante
Do olhar confiante
Barreiras vencidas
A nossa certeza nas frases sonhadas
saídas do peito...

Eu precisava ouvir agora
da minha janela
o som da cidade
na flauta mais doce
sonata mais bela.

Eu só não contava
com as cartas marcadas
Os planos desfeitos

Minhas asas cortadas
a mente cansada
O corpo sem força,
sem corda e sem jeito

Vai ficar a distância
marcando o silêncio
Retalhos de todas as noites vividas...
Sorriso forjado
Encanto quebrado
em cada partida.
O caminho da volta
trilhado nos versos
compondo a história.


Minhas asas cortadas
a mente cansada
o corpo sem força
sem corda e sem jeito.

(Zé Geraldo, adaptada)

poesia plena bjo!

Vanessa disse...

Queeee saudadeeee de te ler Amnezitaaaaa....

humf...

to de animo novo....

Bjkasss poetinhaaaa

Talitinha disse...

Tão sensível e bonita, vc.