13 de novembro de 2009

Fantasia


Do meu caos profundo
Meus monstros mais inquietos
E toda minha ebulição diária
A avalanche de um único olhar

Sou a variável do vento
A luz da vela trêmula na escuridão
Minha suavidade tão minha
Meu compasso no descompasso dos meus passos
Um calo que dói nos cegos
A ânsia que bate nas faces
Implacável mar de sensações

Propondo a revolta dos mares
Sigo.
Seguindo caminhos marcados
Achando minha própria calmaria,
Minhas verdades
Tão minhas e de mais ninguém!
Amne

Um comentário:

Vanessa disse...

e que pegue muitos ventos...hehe

adorei a conversa

bjkas