4 de novembro de 2009

Falhas aleatórias


Nem toda história que finda
Tem felicidade no meio
Mas a beleza de seus acontecimentos continuam imutáveis
Fato paradoxal
No fundo a vida são círculos onde supomos fim
Jogamos lixo no chão de nosso peito
Apagamos olhares
Findamos com tudo de belo que nos é dado.
Piedade nem por nós mesmos...
Que tipo de gente vive saboreando riscos tênues com a derrota?
Não dá pra passar a vida consertando rachaduras.
Acreditar acaba perdendo o sentido do que deveras sentimos.
As regras estão entre Demônios e Deuses ...ambos descalços.
Como sobreviver as próprias escolhas?
Quando dói...
Amne

2 comentários:

João disse...

esse tipo de poesia me faz pensar o quanto sócrates era genial ao dizer que o homem mais sábio é aquele que aprende a morrer, viva fédon rs, poesia doída, bjo!

Nestor Lampros disse...

As regras estão entre Demônios e Deuses ...ambos descalços- é algo estranho, bonito e estranho.
As palavras nos levam a querer que façamos algo com elas. O desabafo vira palavras que nós entendemos como forças. E os deuses e demônios descalços estão à espreita... será que nos fitam, ou tomam parte ativa na caminhada? beijão Poetinha!!