14 de outubro de 2009

Com códigos pra solidão


Acordei amanhecendo,
e amadureci triste...
Entendi finalmente,
Que aquele que consegue decodificar-me
Conhece muito mais de mim
Que eu mesma.
Tem dias que até mesmo as palavras sofrem
penalizadas por brava retórica torta,
que manipulo como ingrediente de vida.
Sem glória
Assim, sem nada.
Vou- me sem perceber o destino
Tamanha incompreensão daquilo tudo
Que me proponho à escrever.
Nada me pertence,
Tudo faz parte do que sou.
Onde estará a chave da porta da frente?
Amne

Imagem:
Stonehenge

2 comentários:

João disse...

Querida amiga, parece-me que o velho enigma da esfinge recaiu sobre ti e o "decifra-me ou te devoro" se transformou em "decifro-me ou me devoro" rs , brincadeiras a parte , lembro-me de que uma vez te disse que você sabia onde tinha colocado a chave , mas só a encontrará quem te olhar de um lugar diferente, você consegue se olhar de um lugar diferente? Eu já tentei e não deu muito certo rs, quem te olhar de um lugar diferente pode te dar a chave da porta da frente, essa teoria hipotética não é minha , é de um velho chaveiro, chamado Frejat, mais informações no teu orkut! Auto-perguntar-se , já é chave da filosofia, no templo de Apolo, palco de Sócrates e Platão, já se lia: "conhece-te a ti mesmo". Bjo grande . Poesia enigmática!

uma poetinha... disse...

FOSTE PROFUNDO...MAS O CASO HJ SE REFERE LITERALMENTE AO SUMIÇO DA CHAVE KKKKKK
FICOU DÚBIO ADMITO...
MAS O QUESTIONAMENTO É MUITO MAIS SIMPLES DO QUE PARECE ...AO MENOS DESTA VEZ...KKKKK
BEIJOOOOO