4 de outubro de 2009

Saber é não saber


Continuo me nutrindo das pequenitudes
É do corriqueiro que falo,
De pão com vento
Chuva de sorrisos
E carinhos que vem dos olhos

O negócio da coisa toda
Se enche no vazio que ninguém vê
Mas todos suspeitam que exista

Tenho uma mania estranha de aparar o queixo
Com a mão esquerda,
e aparar o braço, neste momento ,
no joelho direito...
o SENTIDO DA VIDA mora no sol
E em se falar bom dia
Ser bom dia
Dar bom dia.
Viver o bom do dia.
Acho que é assim para mim.

Pessoas só deixam de ser formigas
Quando falam e alguém escuta.
Existe muita tentativa nas soluções
Muita crença deve morar no deserto,
E no fim a gente desconhece nossa sabedoria.
Porque percebi que cada dia eu sei menos...
Amne

2 comentários:

Paula Figueiredo disse...

Quem sabe sentir e deixar sentir já sabe o bastante... Adoro o que você escreve! É leve, sereno, uma delícia...

João disse...

Só sabemos com exatidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida.
[Goethe]