6 de outubro de 2009

Torto


Certa vez conheci um outro ser
que duvidava dos próprios atos.
Realmente tudo tinha enfoque duvidoso,
retas não faziam parte de seu cotidiano.
Me chamaram de tola, ingênua...
Penso que o dia que a humanidade perder a fé na própria raça; aí tudo terá findado...
Porque crer em mudança, é a única mudança esperada.
Corri riscos.
Mas minha ingenuidade deixou marcas profundas.
Agora mais do que nunca,
Todo dia acredito em alguém.
Parece que não mudo...
Amne

4 comentários:

Nestor Lampros disse...

Continue acreditando. Enquanto acreditamos, outras pessoas acreditarão na gente, Amne!!

Rodrigo Bentancurt disse...

Grande poetinha! Gosto dos teus textos porque o teu otimismo contrasta com meu pessimismo, e sem um não haveria o outro.

uma poetinha... disse...

já tomei doses deste pessimismo que fala, então resolvi ser eu...e ser eu depende muito deste tal otimismo...
só sendo assim consigo vencer as batalhas(e são muitas) rs
um dia saro, ou adoeço de vez...
vou continuar por hora!
bjokasss pros dois poetas!!!

João disse...

Eu acredito piamente em Deus, não consigo mais acreditar nos homens(...)