17 de outubro de 2009

Não sei não


As vezes escrevo com raiva,
coisas que não se acabam nunca mais
Mas até minha ira é de uma simplicidade...
Faço bagunça tentando enfeitar o que sou
Crua.
Amne

3 comentários:

Fabrício Mohaupt - Tito disse...

Crua?
Hummmmm. Já te falei que adoro carpaccio e sashimi?
Não sei não!
Adorei o poema.
Beijo enorme!

Rodrigo Bentancurt disse...

Crue e profunda!

Ju disse...

UAU! Adorei o poema... (e o blog todo!)
De repente até me vi nele.