2 de setembro de 2009

Devagarinho


Arrasando meu peito
Correndo faceiro pras nuvens
Vagando entre sonhos
Pisoteou meus olhos
e minha melodia...
Corri, cansei.
Aí sem graça nenhuma fiquei
sobrou...
Então sentei
chorei
Vendo o lamento
E o choro chorando
Diziam tristeza não ter nome
Diziam o tal ser
possuir poderes
O que sei
É que sei
Que da farra sobrou
Ardeu
Moeu
E faltou
Coisas que até Deus duvida...
E o diabo tolera.
Amne

Um comentário:

João disse...

essas coisas lentas são terríveis , só vive em paz quando o que agente teme realmente chega,poesia plena, bjo!