20 de setembro de 2009

Que nada


Parece que vem vindo algo bonito pro meu infinito.
Andei até esquecendo a dor no meu peito...
Perdi inclusive meus defeitos pela manhã.
Amanhecendo leve...
Eu e o sol.
Não deve existir resposta
preciso aprender a calar.
Não importa o que passou
andei distribuindo pesos, ficou tão pouco na lembrança.
Que a realidade me ligou
e na dúvida, até me mandou uma carta.
Deveriam existir prêmios pras minhas tolices,
ando escrava do futuro.
Fiz da vida aprendizagem, e na dúvida
ora, queimei outra panela.
Tem coisas que não mudam...
Nasci mesmo, e agora é pra valer!
Amne

Um comentário:

João disse...

o passado já passou , viver em erro é viver no passado, também viver em erro é viver o futuro , que disperta ansiedade e o resultado pe sempre o mesmo : angústia, o que temos de realidade:
o presente momento, não o "daqui um minuto" , pois isso já é o futuro, tenho esse exato momento em que a última letra dessa palavra é escrita.
Penso: "se o presente é tão breve , o passado um erro e o futuro uma agústia , não devemos nos preocupar nem um pouco", "saber mais e desejar menos" , Shopenhauer já foi nosso professor em outras escolas, em outras salas, em outra épocas, querida amiga , só não queremos a solidão , mas o desejo de loucura é exatamente o mesmo (rs), grande beijo, poesia, forte , robusta , um verdadeiro "tapa na cara" , não sou masoquista, mas confesso que gostei rs, bjão!